No peito e na alma !

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Após recusar oferta do Nantes, Santos estipula preço para negociar Veríssimo

O Santos recusou uma proposta de 3,5 milhões de euros (R$ 13 milhões) do Nantes, da França, por Lucas Veríssimo. Apesar disso, a diretoria do alvinegro não descarta negociar o zagueiro ainda nesta janela de transferências internacionais.

Mesmo com a intenção de contar com o defensor pelo menos até o final do ano, os santistas aceitam negociá-lo se chegar alguma proposta acima de 7 milhões de euros (R$ 25,9 milhões). Um dos principais destaques do Peixe em 2017, Veríssimo também tem sido observado por Saint-Etienne, da França, e Stuttgart, da Alemanha.


Lucas Veríssimo assumiu a titularidade do Santos e vem sendo valorizado no mercado europeu (Foto: Ivan Stori/ Santos FC)

Recentemente, o Santos confirmou a renovação de contrato com o zagueiro. Ele recebeu um aumento salarial e agora tem vínculo com o clube até 30 de junho de 2022. Seus direitos econômicos são divididos em 80% para o clube, 10% para o próprio jogador e outros 10% entre as empresas MGS Sport e AIRC Sports.

Promovido ao time profissional em 2016, Veríssimo ganhou chances com Dorival Júnior, mas virou a última opção após cometer dois pênaltis no amistoso contra o Benfica, na Vila Belmiro, em outubro. Nesta temporada, porém, o jovem de 22 anos aproveitou a ausência de Gustavo Henrique e Luiz Felipe, lesionados, desbancou Cleber e assumiu a titularidade da zaga ao lado de David Braz. Gazeta Esportiva

Santos tenta encontrar destino para zagueiro que não deslanchou


O Santos tem um problemão para resolver: o que fazer com um de seus reforços mais caros deste ano e que sequer é aproveitado? A saída é simples: repassar o jogador para tentar diminuir o prejuízo.

Contratado no início de 2017 junto ao Hamburgo-ALE por R$ 7,3 milhões, o zagueiro Cleber virou a última opção de Levir Culpi para formar o sistema defensivo. E mais: é um dos poucos atletas que ainda não entrou em campo depois da chegada do novo treinador. 

Com isso, o Peixe busca alguém que se interesse pelo seu futebol ainda nesta janela de transferências internacionais. Caso contrário, não se descarta até mesmo a transferência para outra equipe do futebol brasileiro, seja agora ou após o Campeonato Brasileiro.

Em 2017, Cleber só atuou em dez das 47 partidas da equipe. Até mesmo com Dorival Júnior, jamais conseguiu engrenar. Sob desconfiança, passou a conviver com lesões e foi descoberto um desalinhamento do joelho esquerdo – algo que, segundo o departamento médico, não impedia o atleta de atuar normalmente. No momento, a zaga titular do Santos é formada por David Braz e Lucas Veríssimo. Gustavo Henrique, que já retornou após longo tempo afastado por um problema no ligamento do joelho, Noguera e Luiz Felipe, prestes a ficar à disposição, são as demais opções. Já Cleber... Por Fábio Utz Iasnogrodski

Santos e Ricardo Oliveira chegam a acordo verbal sobre renovação

Clube ampliará vínculo com o atacante por mais uma temporada, sem alteração no salário


Ricardo Oliveira está no Peixe desde 2015 (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

A renovação de Ricardo Oliveira com o Santos está próxima de acontecer. Atacante e clube já acertaram verbalmente o acordo, que terá duração de mais uma temporada e os mesmos valores do atual.

O anúncio da renovação será feito pelo próprio atacante nos próximos dias, segundo ele, assim que a sua fase em campo melhorar.

No início das conversas, Ricardo Oliveira batia o pé e exigia um novo contrato de pelo menos dois anos de duração. Como argumento, ele citava propostas de outros clubes brasileiros. No entanto, o centroavante acabou fechando por apenas um ano.

Aos 37, Ricardo Oliveira anos vive seu momento mais complicado desde que chegou à Vila Belmiro em 2015. Por causa de uma série de contusões, o veterano só jogou 23 partidas e marcou cinco gols no ano.

Em sua carreira com o Santos, Ricardo Oliveira conquistou o bicampeonato paulista em 2015 e 2016.

As informações são do jornalista Jorge Nicola, da Rádio Bandeirantes.

Santos busca afastar síndrome de Robin Hood para ainda sonhar com título


Peixe repete erro de 2016, quando foi vice-campeão: ganha dos rivais da parte de cima da tabela, mas perde pontos para aqueles sem maiores pretensões no Brasileiro; derrotas em casa também pesam 

O ano, a equipe e o treinador mudaram, mas o Santos segue cometendo o mesmo erro de 2016 no atual Campeonato Brasileiro. Com o empate sem gols contra o Fluminense, na última segunda-feira, o Peixe perdeu a oportunidade de colar no Grêmio e, de quebra, aproximar-se do líder Corinthians. 

Assim como no ano passado, o Alvinegro conseguiu bons resultados contra equipes que brigam lá em cima na tabela – a exceção foi a derrota para o Corinthians, em Itaquera –, mas tropeçou diante de adversários da parte intermediária para baixo. Em 2016, as derrotas para Internacional, Figueirense e América-MG (que foram rebaixados) acabaram com as chances de título, e o Santos foi vice-campeão. 

Desta vez, o Peixe deixou oito pontos pelo caminho: 

PONTOS QUE FARÃO FALTA AO PEIXE 

ADVERSÁRIO POSIÇÃO NA TABELA PLACAR PONTOS PERDIDOS 

PONTE PRETA 14º 0 X 0 2 

ATLÉTICO-GO 20º 1 X 1 2 

VASCO 13º 0 X 0 2 

AVAÍ 18º 0 X 0 2 

Fonte: GloboEsporte.com 

Também pesam na briga para se aproximar do líder as derrotas em casa: para Cruzeiro (1 a 0) e Sport (1 a 0). Com esses seis pontos, o time estaria hoje com 42 – a cinco, e não 11, do Corinthians. 

Aposta na sequência 

Para o segundo turno, a comissão técnica pretende se livrar dessa síndrome de Robin Hood, uma analogia com o herói mítico inglês que roubava da nobreza para dar aos pobres. No caso do Santos, tomar pontos de quem briga no topo da tabela para "dar" aos clubes sem maiores pretensões no campeonato. 


E mesmo com os pontos desperdiçados, o Peixe vem de uma invencibilidade de 13 partidas – a última derrota foi para o Flamengo, por 2 a 0, pela Copa do Brasil, no dia 28 de junho. 

O próximo duelo do Alvinegro será justamente contra uma equipe localizada na metade de baixo da tabela. Neste domingo, às 19h (de Brasília), o Santos visita o Coritiba, 12º colocado, no Couto Pereira. 

Depois do empate contra o Fluminense, Levir Culpi deu dois dias de folga ao elenco, que voltará aos trabalhos nesta quinta-feira, no CT Rei Pelé.

Após teste, Santos pensa em reformulação para o ataque em 2018

Com as dificuldades para encontrar opções no banco de reservas, Peixe não deve renovar com dois atacantes e pode aproveitar quem retorna de empréstimo


Há dois meses no comando do Santos, o técnico Levir Culpi já utilizou mais da metade do elenco e mudou o time titular. No entanto, um setor ainda preocupa comissão técnica e diretoria: o ataque, que apresenta dificuldades de reposição. No último teste, em que o treinador poupou três titulares, não aprovou as atuações de Vladimir Hernández e Thiago Ribeiro. Antes disso, a cúpula do Peixe já discutia reformulações no setor para o ano que vem.

Dois atacantes não devem permanecer na Vila Belmiro, são estes os casos de Thiago Ribeiro, que tem contrato até o fim desta temporada, não vai renovar devido ao salário considerado alto (o mesmo de Lucas Lima e Ricardo Oliveira). Já Kayke está emprestado pelo Yokohama Marinos, do Japão e para ficar, teria que ser comprado por 1,5 milhões de dólares (R$ 5 milhões), o que já foi cogitado pelo Alvinegro. Porém, com a chegada de Nilmar, as chances de pagar pelo camisa 11 diminuíram. 

Reconhecido por dar rodagem o elenco Levir também testou Kayke e teve um bom retorno. O carioca rendeu e marcou gols, puxou contra-ataques e chegou a ser artilheiro, mas com o retorno de Ricardo Oliveira, perdeu espaço e foi para o banco.

Outro fator que não facilita a vida de Kayke é a concorrência com Rodrigão. Emprestado ao Bahia, o atacante de 23 anos já tem quatro gols no Campeonato Brasileiro e é visto como opção mais barata, já que foi comprado pelo Santos e tem salário menor.

Juntos, Ricardo Oliveira, Kayke, Bruno Henrique e Copete somam 37 gols na temporada, o que representa quase metade dos gols do time no ano. Do quarteto, o camisa 9 é o que menos balançou as redes (cinco vezes). Bruno Henrique é o artilheiro do time no ano com 12, enquanto Copete tem dez e Kayke, nove. Lance

Cittadini ‘renasce’ com Levir e não deve ser negociado pelo Santos

A escalação de Léo Cittadini como titular contra o Fluminense surpreendeu parte da torcida do Santos. Porém, apesar do empate em 0 a 0 com o time carioca, na última segunda-feira, no Pacaembu, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, o meia foi um dos melhores em campo e foi muito elogiado pelo técnico Levir Culpi.


O comandante, inclusive, promoveu a entrada de Cittadini na equipe para dar um ‘recado’ a Chievo e São Paulo, interessados no jogador de 23 anos. Mesmo com poucas oportunidades, o meia está nos planos de Levir para o restante da temporada e não deve ser negociado pelo Peixe.

“Sobre o Cittadini eu ouvi, sim, uma conversa a respeito, mas isso não é oficial. Eu coloquei o Cittadini porque gosto dele, tem um desenvolvimento ótimo no meio de campo, bom controle de bola, domínio, o acho excelente. Mas não tenho o menor controle sobre ele, isso está totalmente em aberto. Não sei o que vai acontecer, isso é uma coisa que foge. É claro que vou dar a minha opinião, mas foge do meu controle. Não sei o que a diretoria está pensando, não chegamos a falar sobre ele”, disse o treinador.

Meia armador de origem, Cittadini ganhou espaço no Santos de Dorival atuando como segundo volante. No profissional do alvinegro desde 2013, Cittadini nunca conseguiu se firmar entre os titulares. Ao todo, o meia já fez 53 partidas e marcou dois gols com a camisa do Peixe. Gazeta

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Renegados do Santos desapontam em empate e fortalecem desejo da diretoria


O empate sem gols do Santos contra o Fluminense nesta segunda-feira, no Pacaembu, em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, ficou marcado pela presença em campo de alguns atletas renegados pelo técnico Levir Culpi até então. O treinador poupou três titulares – David Braz, Bruno Henrique e Copete – e escalou Léo Cittadini, Vladimir Hernández e Thiago Ribeiro, além de utilizar Lucas Crispim na segunda etapa.

Levir ainda bancou o retorno de Gustavo Henrique aos gramados após onze meses sem jogar por conta de uma cirurgia ligamentar no joelho.

Com exceção de Gustavo Henrique, os atletas "ressuscitados" por Levir contra o Fluminense estão na lista de jogadores negociáveis do Santos. O desempenho abaixo do esperado de todos eles na partida fortalece o desejo da diretoria santista em vendê-los.

O clube paulista recebeu sondagens em relação a Léo Cittadini e aguarda propostas oficiais para negociar o meia. Recentemente, a diretoria soube do interesse do Chievo, da Itália, pelo jogador, mas não houve proposta oficial. Internamente, há dirigentes que também torcem para que o ex-técnico do Santos, Dorival Júnior, leve o meia para o São Paulo.

Isso porque o atual treinador do time do Morumbi sempre considerou Cittadini como um atleta de futuro promissor. Ele chegou a ser titular em algumas partidas com Dorival no Santos e, apesar de não se firmar na escalação inicial, o meia sempre aparecia como primeira opção no banco de reservas. O problema é que os são-paulinos também não acenaram com nenhuma proposta oficial pelo meia.

"Sobre o Cittadini eu ouvi, sim, uma conversa a respeito mais ou menos como me colocou, mas isso não é oficial (interesse de São Paulo e Chievo). Eu coloquei o Cittadini pois gosto dele, tem um desenvolvimento ótimo no meio de campo, bom controle de bola, domínio, o acho excelente. Mas não tenho o menor controle sobre ele, isso está totalmente em aberto. Não sei o que vai acontecer, isso é uma coisa que foge. É claro que vou dar a minha opinião, mas foge do meu controle. Não sei o que a diretoria está pensando, não chegamos a falar sobre Cittadini.

Cittadini foi escalado como segundo volante contra o Fluminense e foi o jogador que mais apareceu no jogo entre os atletas "renegados". O meia acertou um bom chute de fora da área no primeiro tempo, mas também falhou em muitos passes verticais no meio-campo.

Thiago Ribeiro, por sua vez, desapontou bastante. O atacante colecionou erros de passes e teve dificuldades até para dominar a bola. Vladimir Hernández, que já foi o xodó da torcida santista, chegou a ser vaiado ao deixar o campo para a entrada de Jean Mota após desempenho irregular. O baixinho colombiano correu bastante como sempre, mas demonstrou pouca objetividade e técnica.

Já Lucas Crispim reestreou no Santos após uma sequência de empréstimos. No último ano, o atleta defendeu o Atlético-GO, mas também não se firmou como titular no time goiano. O atacante foi a principal surpresa de Levir Culpi, que preteriu outro jovem da posição: Arthur Gomes, atleta agenciado por Neymar pai e considerado uma das principais promessas da nova geração de Meninos da Vila.

O desejo da diretoria é negociar em definitivo os dois atacantes, mas esbarrou na falta de propostas e também na recusa de um deles de sair. Thiago Ribeiro, por exemplo, se recusou a reduzir o seu salário para ser emprestado ao Avaí até o fim esta temporada, quando termina seu vínculo com o Santos. O jogador receber cerca de R$ 300 mil mensais na Vila Belmiro. O alto ordenado dificultou os planos da diretoria em negociá-lo com outros clubes. Uol

Mais uma piada do Levir


O técnico do Santos é espirituoso, tem boas tiradas e parece sempre de bom humor. Bem, qualquer um de nós, se ganhasse o que ele ganha para fazer o que todo brasileiro sabe, que é escalar um time de futebol, também passaria o tempo todo rindo de orelha a orelha. Só que nesta segunda-feira Levir Culpi abusou das suas piadas e escalou um time para não ganhar do Fluminense e com isso deixar de continuar na luta pelo título brasileiro.

Um time com Alison, Léo Cittadini, Vladimir Hernández e Lucas Crispim vai ganhar de quem? Sem contar as más fases de Zeca, do enrolador Lucas Lima, que sempre dá um jeito de tomar um cartão amarelo , e do ex-artilheiro e pastor Ricardo Oliveira.

Sei que alguns dirão que agora é fácil comentar, pois o jogo já acabou e o Santos, mesmo incentivado por 22 mil pessoas, dos quais 19.457 pagantes, não saiu do zero no Pacaembu. Então, pedindo desculpas desde já por parecer cabotino, repetirei o que escrevi no Facebook logo que soube a escalação que o professor tinha elaborado para enfrentar o Fluminense:

Marcação no meio campo terá problemas. Alison não está bem, Lucas Lima não marca ninguém e Cittadini nem sabe marcar, só trota e cerca. Thiago Ribeiro e Hernández terão de recuar para ajudar a fechar o setor quando o Santos perder a bola. A vitória dependerá muito de Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Nada indica que Alison, Cittadini e os três atacantes jogarão bem, pois não têm jogado satisfatoriamente. Espero que nos surpreendam, ou a vitória não virá e ainda consideraremos o empate um bom resultado. Levir está sendo muito condescendente com o seu ex-clube. Mas ainda terá oportunidade de fazer três substituições e estou certo de que as fará.

Bem, é isso. Se um técnico acha que não tem elenco para duas competições, deveria tomar uma atitude mais digna do que escalar um catadão para um jogo oficial do Campeonato Brasileiro, desrespeitando os torcedores, principalmente àqueles que foram ao estádio. Espero que Levir Culpi encare com mais seriedade o seu trabalho no Santos. Se deixar de fazer piadinhas e escalar os que estão jogando melhor, já será um bom começo. Do contrário, será engolido pela seita, como seu antecessor.

No time, destaco Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e Gustavo Henrique, que voltou ao time após longa ausência. No mais, só vimos jogadores descartáveis. A maioria não consegue jogar melhor, outros podem render mais, porém estão louquinhos para ir embora, casos de Lucas Lima e Ricardo Oliveira. Mas a maior responsabilidade foi de Levir Culpi, que não percebeu, ou fingiu não perceber, com quais jogadores pode contar este ano. por Odir Cunha

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Oliveira minimiza desentrosamento do Santos e culpa má pontaria por empate


O atacante Ricardo Oliveira minimizou a falta de entrosamento do time misto do Santos no empate sem gols contra o Fluminense nesta segunda-feira, no Pacaembu, em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para ele, a equipe santista criou bastante jogadas, mas pecou nas finalizações e, por isso, não saiu de campo com a vitória.

"Não da pra dizer que faltou entrosamento. Nós criamos oportunidades no jogo, acho que não fomos eficientes para marcar o gol, mas tivemos no primeiro tempo pelo menos umas três bolas para matar o jogo e não fizemos. No segundo tempo não criamos ocasiões de gols e acabamos não conseguindo a vitória", afirmou Ricardo Oliveira ao SporTV.

O lateral Zeca também exaltou as poucas oportunidades criadas pelo Santos na partida, mas fez questão de lembrar a ausência dos titulares poupados pelo técnico Levir Culpi.

"Tivemos mais oportunidades de marcar, tocamos bastante abola. O Fluminense tem um time rápido, moleques que correm e sabem marcar. Queríamos ter saído com a vitória, não o empate. Os jogadores ficaram descansando por causa do cansaço, jogos, mas vamos dar graças a Deus pelos pontos", disse.

Apesar de o jogo não jogar outras competições neste mês, Levir Culpi decidiu poupar três titulares por medo de lesões: David Braz, Bruno Henrique e Copete.

Por conta disso, o treinador apresentou muitas novidades na equipe. Ricardo Oliveira, por exemplo, formou o trio de ataque com Vladimir Hernández e Thiago Ribeiro. No meio-campo, Léo Cittadini atua como segundo volante pela primeira vez com Levir Culpi.

O comandante santista ainda reestreou o atacante Lucas Crispim, emprestado para diversos clubes nos últimos anos. Crispim entrou na vaga de Thiago Ribeiro. Além disso, o zagueiro Gustavo Henrique, que não atuava há dez meses por conta de uma cirurgia ligamentar no joelho, voltou a ser titular ao lado de Lucas Crispim. Uol

Santos e Fluminense perdem chances e não saem do zero no Pacaembu

Quem apenas ver o placar de 0 a 0 pode imaginar que o duelo entre Santos e Fluminense, válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, tenha sido monótono no Pacaembu. Porém, as duas equipes fizeram um confronto movimentado na noite desta segunda-feira, com direito a boas chances perdidas para os dois lados e até bola na trave. Mesmo assim, Peixe e Tricolor não conseguiram balançar as redes e saíram de campo com um placar que não foi bom para ninguém.

Com o resultado, o alvinegro segue no G3, mas parou nos 36 pontos e não encostou nos líderes Grêmio e Corinthians. Já o time carioca continua com 27 pontos e caiu para a 10ª posição na tabela.

Na 21ª rodada, os santistas viajam até o Paraná para o duelo contra o Coritiba, no próximo domingo, às 19h (de Brasília), no Couto Pereira. Já o Flu só entra em campo na segunda que vem, às 20h, contra o Atlético-MG, no Maracanã.


Santos pressiona, mas não marca

Jogando em sua ‘segunda casa’, o Santos começou tomando a iniciativa contra o Flu. Apostando no toque de bola rápido, os santistas chegaram bem aos 12 minutos, após Alison avançar pela direita e cruzar para Thiago Ribeiro dentro da área. O atacante, porém, dividiu com a zaga carioca e mandou por cima do gol.

Na jogada seguinte, foi a vez de Victor Ferraz arriscar de longe, assustando o goleiro Júlio César. Já aos 19 minutos, Lucas Lima passou com facilidade pelo seu xará do Fluminense e chutou cruzado de dentro da área. A bola passou com muito perigo por cima do travessão.

A superioridade santista continuou no Pacaembu. Aos 30 minutos, Léo Cittadini recebeu na entrada da área e bateu colocado. Júlio César se esticou todo e salvou o Fluminense.

O time carioca, por sua vez, só chegou com perigo real aos 37 minutos, quando Lucas recebeu cruzamento e tentou ajeitar para o meio da área, mas a redonda desviou em Zeca e saiu.

E os 43, o Peixe desperdiçou a melhor oportunidade da primeira etapa. Após erro na saída de bola do Flu, Lucas Lima acha Ricardo Oliveira completamente livre dentro da área. O camisa 9 resolveu tocar para Hernández. O colombiano, porém, abdicou do chute e errou o passe ao tentar devolver a bola para o centroavante.

Flu melhora, mas placar termina zerado
O segundo tempo começou elétrico no Pacaembu. Logo aos cinco minutos, Henrique Dourado aproveitou rápido contra-ataque do Flu e deixou Wendel na cara do gol. O volante driblou Vanderlei, mas mandou na trave.

Diferentemente do que aconteceu na primeira etapa, o Tricolor das Laranjeiras voltou do intervalo se arriscando mais no ataque. Aos 12, Vanderlei afastou mal, mas Henrique Dourado teve problemas para dominar e desperdiçou boa chance.

O Santos ‘acordou’ somente aos 20 minutos, quando Lucas Crispim, que entrou na vaga de Thiago Ribeiro, tentou bater na entrada da área e a bola acabou sobrando para Vladimir Hernández. O colombiano bateu colocado, mas não acertou o gol de Júlio César.

Ao 30, Lucas Lima cobrou falta dentro da área, Gustavo Henrique desviou de cabeça, mas Júlio César salvou o Flu.

Com o passar do tempo, as duas equipes foram em busca da vitória e o confronto ficou aberto no Pacaembu. Porém, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes e a partida acabou mesmo no 0 a 0 no Pacaembu.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 0 FLUMINENSE

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 14 de agosto de 2017, segunda-feira
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Andre Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Público: 22.018
Renda: R$ 686.240,00
Cartões amarelos: SANTOS: Alison. FLUMINENSE: Henrique Dourado, Marlon Freitas.

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Alison, Léo Cittadini e Lucas Lima; Vladimir Hernández (Jean Mota), Thiago Ribeiro (Lucas Crispim) e Ricardo Oliveira (Kayke).
Técnico: Levir Culpi

FLUMINENSE: Júlio César; Lucas, Henrique, Renato Chaves e Léo; Marlon Freitas, Orejuela, Wendel e Gustavo Scarpa (Robert); Wellington Silva (Marcos Júnior) e Henrique Dourado (Pedro).
Técnico: Abel Braga

Santos deve procurar substituto de Thiago Maia na base



Guilherme Nunes, do Sub-20, é visto com um sucessor natural do volante vendido ao Lille


Guilherme Nunes ainda não foi testado por Levir Culpi no elenco profissional (Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Santos FC)

A diretoria do Santos está convencida de que o técnico Levir Culpi pode encontrar o substituto de Thiago Maia na base do clube.

O volante Guilherme Nunes, que está jogando a Copa Cotif com os garotos do time Sub-20, é visto como um sucessor natural do atleta vendido ao Lille, da França.

Convocado frequentemente para a Seleção Brasileira de base, Guilherme Nunes inclusive já foi alvo do assédio de clubes do exterior.

Além dele, outros dois meninos da base enchem os olhos do presidente Modesto Roma Júnior. Gabriel Calabres, que é o mais técnico entre os volantes, e Gregory, que atua como camisa 5 e é o capitão do Peixe na Copa Paulista.

Até agora, nenhum dos três atletas foi testado no elenco profissional.

As informações são do jornalista Jorge Nicola, da Rádio Bandeirantes.

Com pretensões distintas, Santos e Fluminense iniciam o segundo turno do Brasileirão

Apesar das duas equipes estarem em ascensão na temporada, Santos e Fluminense começam a caminhada no segundo turno do Campeonato Brasileiro, nesta segunda-feira, às 20h (de Brasília), no Pacaembu, com objetivos diferentes. O Santos, em terceiro e classificado para as quartas de final da Libertadores, ainda sonha em alcançar o líder Corinthians. Já o Fluminense, vivo na Sul-Americana e em nono na tabela, luta para entrar no G-6 da competição nacional.


No Alvinegro da Vila, a classificação para a Libertadores foi comemorada, mas a atuação abaixo do esperado virou motivo de preocupação para o elenco.

“Estamos há 12 jogos invictos. É um número considerável. Temos que continuar trabalhando. Temos certeza que vamos alcançar os objetivos neste ano. Prefiro continuar sofrendo e vencer. Se conseguirmos facilitar a partida, muito bom, mas se continuarmos sofrendo e ganhando, é isso que importa”, explicou o zagueiro Lucas Veríssimo.

E com relação ao time que entrará em campo, o técnico Levir Culpi terá três desfalques importantes. O zagueiro David Braz e os atacantes Copete e Bruno Henrique foram poupados pelo alto risco de lesão muscular após exames de sangue.

Em contrapartida, o comandante promoveu o retorno de Gustavo Henrique ao time. O defensor volta a ser relacionado após 11 meses. Em setembro de 2016, ele rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo e passou por um cirurgia. O camisa 6 tem chances de começar jogando, mas a tendência é que Noguera seja o titular ao lado de Lucas Veríssimo.

Já nas vagas de Bruno Henrique e Copete, Levir Culpi deve promover as entradas de Thiago Ribeiro e Vladimir Hernández.

No Fluminense, o pensamento é de manter o bom desempenho como visitante neste Campeonato Brasileiro. Os tricolores tiveram rendimento acima da média quando atuaram fora de casa, mas tropeçaram muito em casa. Uma das exceções foi justamente no encontro contra o Santos, quando os cariocas venceram no Maracanã. O zagueiro Henrique minimizou o resultado, admitiu que o adversário está em melhor momento na temporada, mas mira sair do Pacaembu com pontos.

“Mudou muita coisa desde a primeira rodada. Daquele jogo contra o Santos até agora tivemos muitas lesões. A equipe deles mantém uma base e isso faz diferença. Sabemos que vai ser um jogo importante e difícil. Temos totais condições de fazermos um grande jogo”, disse o defensor.

Em termos de escalação, a tendência é a de que o técnico Abel Braga mantenha a formação que ficou no empate com a Ponte Preta no meio de semana. Com isso, Henrique vai seguir atuando improvisado como volante.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS X FLUMINENSE

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 14 de agosto de 2017, segunda-feira
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Andre Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Noguera e Zeca; Alison, Jean Mota e Lucas Lima; Vladimir Hernández, Thiago Ribeiro e Ricardo Oliveira. Técnico:Levir Culpi

FLUMINENSE: Júlio César; Lucas, Nogueira, Renato Chaves e Marlon; Henrique, Jefferson Orejuela, Wendel e Gustavo Scarpa; Wellington Silva e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga